Informe sobre los planes militares de la potencia emergente brasileña.Con la Argentina ,un acuerdo nuclear para uso pacifico, con Alemania acuerdos para la producción de submarinos; en lo político, medidas diplomáticas tendientes a crear un Consejo Sudamericano de Defensa y con Estados Unidos acuerdos de complementación para no olvidar los intereses privados de los señores de la guerra que se mueven con el desprejuicio de la globalización.
Pero tampoco la Argentina esta totalmente ociosa.
Fuentes consultadas informan que entre nuestro país y los Estados Unidos ya se esta trabajando activamente en el desarrollo de un satélite que monitorea la salinización del agua.
El uso es militar y civil al tiempo. los organismos intervinientes la NASA y- por el lado argentino- la Comisión Nacional de Energía Atómica.
Veamos en detalle las propuestas del vecino.
1- Brasil e Argentina assinam acordo de cooperação na área nuclear
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo os presidentes do Brasil e Argentina, Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Fernández de Kirchner, respectivamente, assinaram no dia 22/02/08 um acordo na área de cooperação energética entre os dois países. No documento estão contidas expressões referentes à construção de uma empresa binacional de enriquecimento de urânio e também a projeção de se estabelecer um ciclo de combustível nuclear em conjunto.
Segundo a Folha, tais expressões são usadas tipicamente por países possuidores de armas nucleares. No entanto, o chanceler brasileiro, Celso Amorin, enfatizou que a Constituição brasileira proíbe a utilização não-pacífica da energia nuclear. Além disso, a construção de armas nucleares não ocorre em cooperação com outro país; portanto, para Amorim, esse acordo entre Brasil e Argentina é mais uma prova de que o programa nuclear possui fins pacíficos. O embaixador brasileiro na Argentina, Rodrigo Baena Soares, também compartilha da afirmação de Amorim, relembrando o acordo entre Brasil, Argentina, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e a Agência Brasil/Argentina de Controle e Contabilidade de Material Nuclear (ABACC), o qual se compromete com a finalidade estritamente pacífica do programa nuclear. Mesmo com essas certificações, o Brasil pode ser questionado sobre sua real intenção, já que os EUA reclamam que o país não é signatário do "Protocolo Adicional" ao Tratado de não-Proliferação Nuclear (TNP). O Brasil responde que assinando esse protocolo, poderia perder seus segredos de tecnologia nuclear. Contudo os EUA criticam essa posição devido ao mau momento que se encontram os países ocidentais em enfrentamento com o Irã. O objetivo de Brasil e Argentina com o acordo de cooperação é construir um modelo de reator nuclear com capacidade para atender os seus sistemas elétricos e os da região, de acordo com a idéia de Lula, a qual
também considera a importância de o Brasil garantir sua autonomia energética para evitar casos como o referente ao gás fornecido pela Bolívia. Além da parceria nuclear, o acordo prevê a construção, até julho, de um satélite para a observação da costa e do oceano, e a definição do número de vehículos militares “Gaúchos” que serão construídos em 2009. (Folha de S.Paulo – Brasil – 23/02/08; Jornal do Brasil – País - 23/02/08; O Estado de S.Paulo – Nacional – 23/02/08).
2- Estados Unidos e Alemanha almejam acordo militar com o Brasil
Segundo o jornal Folha de São Paulo, o acordo entre Brasil e França na aérea da defesa despertou a avidez dos Estados Unidos e da Alemanha por uma parceria brasileira para construção de fábricas altamente lucrativas. Osalemães cobram o cumprimento de um acordo que prevê o investimento brasileiro, estimado em 1,018 bilhões, na compra de equipamentos alemães
para a Marinha do Brasil e do auxílio daquele país para reformar para reformar os atuais submarinos. Os estadunidenses, por sua vez, sinalizaram a visita ao Brasil de sua secretária de Estado, Condelezza Rice, para um almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, ao mesmo tempo, lançaram ao Ministro da Defesa, Nelson Jobim, um pedido de ida à Washington (DC), onde se encontrará com o secretário de Defesa, Robert Gates. Segundo informações da Folha, o Brasil já comercializa, em média, 19,8 bilhões de dólares na área de defesa com os EUA, (Folha de S.Paulo – Brasil – 24/02/08).
3- Jobim planeja criação de conselho sul-americano de defesa
Segundo os jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, pretende fazer um série de visitas com a intenção de discutir a criação de um conselho de defesa sul-americano. O primeiro destino do ministro deve ser a Venezuela, onde existe a possibilidade da instalação de um fábrica da Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (EMBRAER). Jobim declarou que haverá a tentativa de criar uma indústria de defesa sul-americana, responsável, no futuro, pela fabricação e venda conjunta de equipamentos militares. Segundo os jornais, Jobim descartou uma possível comparação entre o conselho e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), alegando o anacronismo da mesma. (Folha de S.Paulo – Brasil – 24/02/08; O Estado de S.Paulo – Nacional - 24/02/08).
4- Brasil indica maiores investimentos em suas Forças Armadas
Segundo o Jornal do Brasil, após um largo período em que o Brasil colocou em segundo plano o investimento em suas Forças Armadas, a recente atuação do ministro da Defesa, Nelson Jobim, em conjunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, indicam uma mudança neste cenário. Para Eurico Lima Figueiredo, coordenador do Núcleo de Estudos Estratégicos da Defesa e Segurança da Universidade Federal Fluminense (UFF), o repasse de verbas para as Forças Armadas nas duas últimas décadas não foram capazes de transformar o país em uma potência bélica na região. Com o Brasil crescendo economicamente, haverá a necessidade de se preocupar com a manutenção de sua segurança e defesa. Após lançar o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) da defesa com o fim de concretizar o Plano Estratégico da Defesa Nacional, com a previsão de ser lançado para o dia 08/09/08, o governo decidiu tirar somente 10% do orçamento da Defesa. Um exemplo dessa mayor atuação ocorreu nas viagens para França, Rússia e Argentina, que objetivaram firmar parcerias para desenvolver projetos para suas Forças Armadas, como a fabricação de submarinos de propulsão e armamento nuclear e de vehículos militares, o lançamento de satélite conjunto, a construção de aviões militares, a compra de helicópteros e caças, o fornecimento de armas e munição, o treinamento dos militares em centros de ensino em território aliados, o acompanhados de transferência de tecnologia e a própria defesa sobre a criação de um Conselho de Segurança na América do Sul . Tais parcerias são menos problemáticas em relação às feitas com os EUA, segundo Rafael Villa, cientista político do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com Eurico Figueiredo, na dinâmica contemporânea entre os países, é clara a necessidade de o Brasil conseguir transferências de tecnologia para o uso de seus interesses, sendo que os EUA têm uma política de não transferência de tecnologia. Comparando com outros países como Chile e Venezuela, o Brasil possui um déficit em seus armamentos, com armas antigas e gastas. De acordo com o coordenador do Plano Estratégico Nacional de Defesa, o ministro de Assuntos Estratégicos Mangabeira Unger, há uma grande necessidade de o Brasil se preparar para possíveis conflitos em seu território, ligados ao narcotráfico e ao contrabando, sobretudo nas fronteiras da Amazônia; além de aproveitar máquinas militares para serem usadas na sociedade, com fins pacíficos. (Jornal do Brasil – País
Equipe:
Ana Paula Lage de Oliveira (Redatora, graduanda em Relações Internacionais, bolsista PIBIC/CNPq); Ana Paula Silva (Redatora, graduanda em História, bolsista PIBIC/CNPq); Érica Winand (Supervisora, doutoranda em História, bolsista FAPESP); Juliana de Paula Bigatão (Redatora-Chefe, mestranda em Relações Internacionais e bolsista FAPESP); Sthéfane Torres (Redatora, mestranda em Relações Internacionais), Tiago Salgado (Redator, graduando em História) e Victor Missiato (Redator, graduando em História; bolsista PIBIC/CNPq).