Por Strategicos
Podría pensarse de una forma audaz y temeraria pero lo cierto es que sin caer en imprudencia alguna ya podemos decir que el Brasil se prepara para integrar el directorio militar mundial del mundo que se viene y que su potencial no esta dirigido exclusivamente a tareas de narcotráfico o de criminalistica como desafían los Vertvitsky locales-coincidiendo con los Pereyra de Olazábal o Santibáñez de la derecha liberal que fue - o nuestra abnegada ministra de Defensa.
Repasando los proyectos militares que aqui transcribimos se ve claramente que al margen del maxiacuoerdo con Francia , muy similar al plan Europa del general Ongania; pero sobre todo al plan de reequipamiento naval y aereo desarrollista de Perón en 1973/74,apunta a establecer una sociedad estratégica con la Unión Europea.
Esto debemos seguirlo muy de cerca porque la Unión ya tiene bases en las Malvinas , la compañía petrolera Desire ,consorciada con el Brasil y Venezuela trabaja en las aguas británicamente de facto ya anexadas en Malvinas y el plan militar del Brasil anticipa que será un vecino mas silencioso pero en los hechos mucho mas eficaz que la verborragia del Comandante Chávez ,atareado en Venezia con el conde Paolo Baratta en la tarea de promover una película sobre si mismo, filmada por ese esplendido director trolaso que es Oliver Stone.
Brasil vacilo entre Rusia y Francia pero luego eligió Francia por razones lógicas.
Contrastar a los americanos desde una alianza con Rusia es un experimento que ya fue .
Cuba uso esos derechos de autor hasta el final y Venezuela intenta exactamente el mismo libreto sin que a los americanos se les movilice nada. Alinearse con la tecnología francesa ,que tan útil nos fue en Malvinas es ubicarse en una de las zonas tecnológicamente mas desarrolladas de Occidente y a la vez instalarse politicamente de hecho en la eurozona y en la eurocracia para negocios ,financiamiento ,contactos,politicas compartidas ,previsibilidad.
El segundo punto de relevancia y espero que no suene demasiado imprudente a los chicos de la SIDE que me leen frunciendo el ceño con un pliegue de amargura es que el Brasil ha colocado a sus servicios de inteligencia en el máximo nivel decisional.
A partir de ahora el presidente Lula no solo supervisara las actividades de inteligencia sino las de contrainteligencia también y esto es un salto de calidad del instrumento de inteligencia que complementa al poder político,al nivel decisorio geopolítico y naturalmente al económico.
Síntesis , en medio de nuestro vuelo gallináceo el Brasil ya califica mucho mas que Albania y Bulgaria para ser un actor decisivo en la Unión Europea en los años que vendrán.
Los portugueses agradecidos.
Los holandeses pueden votar en contra de la Constitución Europea,los irlandeses mascullar su ira celta ,los brasileños desarian entrar en masa en el asunto con su mas de cien millones de habitantes.
Por aca la señota Carbernet Garre esta preparando un viaje a China, tiene un solo problema ,es difícil encontrar cuadros militares que tengan una mínima idea del idioma y los pocos que pergeñaban los rudimentos de la política asiática no fueron ascendidos en su momento por el doctor Pampurro.
Ese ministerio lleva lastre acumulado pero el principal es la ideologización de la titular escorpiana que muy recientemente se ha dedicado a escribir cartas a amigos y adversarios poténciales que conocemos su verdadero actuación en los años de plomo.
El libro firmado por el lector de un solo libro -Megafon - el hombre de las transformaciones en la línea del
I Ching,Julio Bárbaro,ha sido disparador del asunto.
Cómprese un tambo ,estimada Nilda ,cómprese un tambo y ordeñe a la vieja usanza,colabore en el asunto también y vea con interés como el Brasil califica para ser parte de la Unión Europea.
Sin problemas xenófobos y de autosubestimacion cultura Brasil ha dado un paso adelante para explicar al mundo quien es el jefe militar y económico de la Sudamérica que viene.
LOS HECHOS.
UNO Coluna opinativa destaca a importância do Exército
Em coluna opinativa ao jornal Folha de S. Paulo, o historiador Sérgio Paulo Muniz Costa, destaca a importância do Exército brasileiro na construção do país. Para o historiador, “um Exército faz parte da estrutura de uma sociedade e é difícil concebê-la politicamente organizada sem ele”, diante disso, se torna quase que incompreensível a gradativa perda da consciência nacional no "espírito do povo" a respeito do Exército nacional. Indagado sobre a importância desta instituição, o historiador respondeu, “o meu Exército é nacional, comprometido com a manutenção da paz ao longo de um arco de fronteira com dez nações, articulado nos três níveis da administração do país e a última barreira na manutenção da lei e da ordem”. Para Costa a manutenção do Exército, instituição nacional e permanente, é importante para todos os brasileiros. (Folha de S. Paulo – Opinião – 01/09/09).
DOS- Senado aprova contratação de empréstimo para projeto de reaparelhamento das Forças Armadas
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o projeto de reaparelhamento das Forças Armadas brasileiras já foi iniciado: o Senado aprovou a contratação de empréstimo de cerca de 16 bilhões de reais, que serão utilizados para a compra de quatro submarinos de tecnologia francesa e de 50 helicópteros de médio porte, também da França. O jornal apontou o lobby feito pela Marinha e
bilhões de reais. No entanto, Lula afirmou que “Não podemos comprar um caça que a gente não detenha a tecnologia, até porque sonhamos em produzir partes desse avião", condicionando o acordo à transferência de tecnologia.
Segundo noticiou o mesmo jornal, o presidente francês, Nicholas Sarkozy, visitará o Brasil no dia 06/09/09 para assinatura dos contratos e para assistir às comemorações do Dia da Pátria. (Folha de S. Paulo – Brasil – 03/09/09).
6- GSI coordenará o sistema de inteligência do governo
O jornal O Estado de S. Paulo noticiou que o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, reunido com representantes de oito ministérios, decidiu no
dia 02/09/09 que o sistema de inteligência do governo ficará subordinado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e não mais à Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Além disso, Lula afirmou que o governo não irá encaminhar ao Congresso projeto de lei que permita à Abin o direito de requisitar escutas telefônicas sigilosas ao Poder Judiciário, não atendendo a uma reivindicação da agência. Na reunião, houve conflito de opiniões entre o chefe do GSI,
general Jorge Félix, o qual defendia a subordinação dos serviços de inteligência à Abin, a elevação do orçamento da agência e um programa de modernização tecnológica, e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que defendeu que diferentes setores na área da inteligência não necessitavam reportar-se à Abin quando precisassem apresentar suas demandas ou informações. O presidente Lula centralizou as informações relativas à inteligência em um gabinete de assessoramento direto do presidente da República. Segundo o jornal, o propósito é que o GSI coordene os trabalhos do
Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) e a nova política de inteligência, a qual lista as ameaças que a área de informações do Estado brasileiro precisa
combater, entre as quais: o terrorismo, o narcotráfico, crime organizado, corrupção e sabotagem. O governo ainda pretende reforçar as áreas de contrainteligência e os trabalhos voltados ao campo externo. A decisão ainda
será encaminhada à Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, presidida pelo deputado Severiano Alves, e passará por diversas audiências públicas a fim de receber contribuições da sociedade. (O Estado de S. Paulo – Nacional – 03/09/09)
TRES- Coronel-aviador enfatiza a importância da integração regional Conforme artigo no Jornal do Brasil, escrito pelo coronel-aviador, conferencista especial da Escola Superior de Guerra (ESG), membro titular do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e vice-diretor do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Manuel Cambeses Júnior, o Estado brasileiro precisa se fortalecer internacionalmente a fim de não ceder às pressões internacionais de grandes potências mundiais, primordialmente os Estados Unidos, e tendências globais como o nacionalismo, a xenofobia e outras ameaças que prejudicariam
o verdadeiro estado de direito. Cambeses defendeu uma integração una e coesa dos países da América Latina, com a finalidade de que a região não fique à margem no cenário internacional. (Jornal do Brasil – Sociedade Aberta – 03/09/09)
Sitios de referencia.
Folha de S. Paulo – www.folhaonline.com.br
Jornal do Brasil – www.jb.com.br
O Estado de S. Paulo – www.estadao.com.br
Equipo:
Ana Paula Lage de Oliveira (Redatora, graduanda em Relações Internacionais, bolsista PIBIC/CNPq); Ana Paula Silva (Redatora, mestranda em História), Diego Barbosa Ceará (Redator, mestrando em História); Érica Winand (Supervisora, doutoranda em História, bolsista FAPESP); Heed Mariano Silva Pereira (Redatora, graduanda em Relações Internacionais); Juliana de Paula Bigatão (Redatora, mestre em Relações Internacionais); Mariana Nascimento
(Redatora, graduanda em Relações Internacionais); Marina Salomão (Redatora, graduanda em Relações Internacionais); Pedro Henrique Martins
(Redator, graduando em Relações Internacionais); Victor Missiato (Redator,
graduando em História, bolsista PIBIC/CNPq).
